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De Profundis — pelos Defuntos

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De Profundis (Salmo 130) — pelos Defuntos

De Profundis — pelos Defuntos

O De Profundis é o Salmo 130 (129 na numeração da Septuaginta), um dos sete salmos penitenciais. Brotado da tradição judaico-cristã (séc. X–VI a.C.), entrou no uso litúrgico cristão já no século IV. Desde então é cantado pela Igreja como súplica pelos fiéis defuntos, expressando a confiança na misericórdia do Senhor diante da morte.

Salmo 130 (129)

Das profundezas clamo a Vós, Senhor;
Senhor, escutai a minha voz!
Estejam atentos os Vossos ouvidos
à voz da minha súplica.

Se levardes em conta as nossas faltas,
Senhor, quem poderá subsistir?
Mas em Vós se encontra o perdão,
para Vos servirmos com temor.

Eu espero no Senhor,
a minha alma espera em Sua palavra;
a minha alma aguarda o Senhor
mais que as sentinelas a aurora.

Mais que as sentinelas a aurora,
espere Israel pelo Senhor,
porque no Senhor está a misericórdia
e n’Ele a abundância da redenção.

E Ele há de redimir a Israel
de todas as suas faltas.

Oração final pelos defuntos

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso, e que a luz perpétua os ilumine. Descansem em paz. Amém.


Fonte: Salmo 130 (129 na Septuaginta), texto bíblico de domínio público. Tradição judaico-cristã (séc. X–VI a.C.); uso litúrgico cristão desde o séc. IV. Antífona “Requiem aeternam” da liturgia funerária católica.

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